“Eu sei como é tudo isso. Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando chegar em casa e ligar o chuveiro, pra ninguém perceber. Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está te ouvindo, para começar a soluçar. Eu sei o quanto é cansativo, correr atrás de alguém que sequer se importa com você. Eu sei o quanto é doloroso fingir que vai ao banheiro só pra lavar o rosto e se recompor. Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de não conseguir ser forte o suficiente para segurar as lágrimas em público. Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que sufoca, que asfixia, que não tem como não desabar. Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar horas, por motivos que já deveriam ser esquecidos. Eu sei o quanto é difícil sorrir quando a maior vontade é chorar. Acredite, eu sei como é tudo isso. E sei também, que com o tempo, tudo isso passa e eu supero.”
“E você se afasta, tenta se manter longe, mas não consegue. Porque não sabe o quanto é difícil lutar contra sua maior fraqueza.”
“Eu não me importaria nem um pouco de receber uma sms sua ou um telefonema teu de madrugada. Abandonaria a voz de sono, demoraria um pouco para atender (não quero parecer desesperada), diria que me importava. Ouviria teus segredos, aturaria te ouvir dizer o quanto sua amiga é fantástica e o quanto a ama. Acho que o nome disso é esperança. Esperança de que um dia você finalmente se toque, se belisque, acorde, entenda, que mesmo quando todos seus “amigos” te derem as costas, quando ela se cansar de você… que eu continuarei aqui ao seu lado. Podemos ser “nós”.”
“Podemos estar longe mas eu espero que sempre saiba: Você estará comigo onde quer que eu vá.”